quinta-feira, 16 de junho de 2011

Como fazer seu cãozinho dormir ?

O seu filho ganhou um filhote de cãozinho, mas nesses últimos dias do novo membro a família inteira não consegue mais dormir, pois como é normal nos primeiros os filhotes de cães ou até de gatos sentem falta da sua mamãe e também ainda não estão adaptados a nova casa, por isso eles choramingam por toda a madrugada até que alguém não agüente mais e acorde de vez para brincar ou levar o filhote para dormir junto. E é por conta disso também que muitas famílias desistem do filhote logo na primeira semana, mas é claro que toda pessoa que arruma um filhote de qualquer animalzinho tem que estar disposto a suportar seu período de adaptação, que costuma durar no máximo um mês, mas na maioria das vezes é de uma ou uas semanas. Mas, existem alguns truques que podem fazer o seu cãozinho ficar quietinho, dormir bem e garantir o sono de toda a família, veja como é fácil:
Arrume a caminha dele em um local quentinho, confortável, longe de correntes de vento e se for possível coloque um paninho ou uma mantinha que tenha o cheirinho da mamãe.
Outra dica que vale para as primeiras noites é deixar uma televisão ou um rádio ligado bem baixinho durante toda a noite. Mas, só nos primeiros dias, lembre-se disso, se não o problema do cachorro vai ser solucionado e o da conta de eletricidade vai aumentar.
Outra opção que costuma ser infalível é brincar bastante com ele antes de dormir, pois se estiver bem cansado, com certeza dormirá melhor.
Mas, mesmo com todas essas dicas se o seu bichinho insistir em choramingar, ignore-o por mais que seja difícil, pois assim ele vai aprender o limite dele, e se toda vez que ele choramingar você for lá e pegá-lo e levar para dormir com você ele vai acabar se acostumando, e vai achar que é só chorar que você vai lá e o pega. Lembre-se que os filhotes de cães são como os bebês, se você o acostumar mal depois vai ser difícil de reverter a situação.


Porque os cachorros dormem tanto ?



Os cães dormem cerca de 9 horas por dia, porém esse período pode ser prolongado se ele não tiver nada pra fazer, ou seja, se ele dorme demais, e não é um filhote, é por puro tédio.
O sono deles se dividem em 2 fases, uma um sono mais leve, com respiração profunda e ritmada, e uma outra onde ocorre a movimentação rápida dos olhos, respiração desritmada, sono mais profundo, enfim....acredita-se que eles assim como nós -sonham! E também podem sofrer de 

distúrbios como apnéia e narcolepsia.

Raça Kerry Blue Terrier!

A raça surgiu na Irlanda, onde também é conhecido como Irish Blue, mais precisamente na extremidade sudeste do país nos montes Kerry, no condado de Kerry no século XVIII. Existem inúmeras versões sobre sua descendência, e até uma lenda irlandesa tenta explicar a origem da raça e que conta que, há cerca de três mil anos, um rei celta desposou a filha de um faraó e trouxe para a sua Erin natal uns cães que são os antepassados dos Terriers irlandeses e do Irish Water Spaniel. E provavelmente não dará nenhum crédito à história do naufrágio que aconteceu há tempo na costa do condado de Kerry, cujo único sobrevivente foi um cão azul. Lendas à parte, a teoria mais aceita sobre a origem do Kerry Blue é de que tenha como antepassados o Irish Terrier, o Dandie Dinmont Terrier e o Bedlington Terrier.
O objetivo dos irlandeses com estes acasalamentos era produzir cães com características fundamentais para cães de trabalho: desejavam um cão de porte médio (para se impor no pastoreio do gado, na defesa do rebanho de ovelhas e na guarda da casa e de seu dono ou família), de fácil manutenção (sua pelagem densa é constituída de fios espessos e ondulados, fazendo com que a pelagem fique "armada" evitando os "nós" e promovendo ventilação entre os pêlos, fazendo com que o cão não apresente mau cheiro), muito rústico e resistente, obediente, afetuoso, leal, corajoso, de reflexos rápidos, ágil, mais sofisticado e introvertido (temperamento mais ameno, calmo) que outros terriers, excelente companheiro, sempre alerta e um caráter tipicamente irlandês: simpático, impulsivo e astuto. Na guarda  do dono ou da casa além de todas essas características tem uma impulsão nas patas traseiras chegando quase a uma altura de 1,8 metros do chão, dentes grandes e fortes e uma mordedura extremamente poderosa.
Já em uma das primeiras exposições organizadas no Eire, a de 1887, em Limerick, há registros de 6 exemplares de terriers na cr azuis-ardósia. Em 1902, já havia catorze - incluídos numa classe de trabalho reservada para eles - na exposição de Killarney. Em Cork, em 1913, havia uma classe de cinco exemplares, todos azul-ardósia e de tamanho relativamente modesto. Em 1916, havia vinte numa nova edição da exposição de Killarney.
Fundamental para a raça foi o trabalho de Casev Hewitt, que teve papel fundamental na divulgação da raça fora da Irlanda, onde os criadores privilegiavam as qualidades de trabalho dos seus cães sem insistirem muito na aparência que, por outro lado, deixava bastante a desejar: não só o pêlo, deixado no seu estado natural, não tinha grande coisa a ver com o impecavelmente desenhado dos outros terriers, como a homogeneidade dos exemplares tanto do ponto de vista das cores como dos tamanho da constituição também não era nada perfeita. Finalmente, e graças ao trabalho de Casey, o primeiro padrão da raça foi descrito pela primeira vez no fim da Primeira Guerra Mundial e a raça foi aceita, oficialmente 1922 (primeira empreitada da raça fora de seu país de origem), também o ano da fundação, na Inglaterra, do primeiro Kerry Blue Terrier Club.
Evidentemente, os norte-americanos não ficaram insensíveis ao potencial das qualidades do Kerry Blue e apenas 2 anos depois do reconhecimento inglês, o American Kennel Club reconheceu a raça em 1924, e em 1926 criou-se o clube norte-americano do Kerry Blue. Não muito interessados em todas as honras em exposições, os criadores irlandeses conseguiram incluir, em 1926, a exigência de que os cães fizessem provas de trabalho para que fossem considerados campões em seu país. Esta foi a forma encontrada para que não se perdesse de vista a importância do temperamento destes cães.
A criação norte-americana fez tantos progressos que atualmente os Estados Unidos é considerado o centro de excelência na criação dos Kerries. No Brasil, os Kerries estão presentes desde 1978 e vários exemplares da raça conquistaram espaço e expressão nas exposições oficiais, sendo por 2 vezes os melhores cães do ranking nacional oficial - 1979 e em 1987.

O Kerry Blue é indicado para as pessoas que já tenham experiência com terriers ou que saibam apreciar o seu temperamento particular. Os terriers têm uma impetuosidade natural, uma valentia, uma vivacidade e um lado obstinado e independente, além de uma profunda afeição aos seus donos, o que os torna diferentes dos cães de pastoreio, dos outros cães de caça ou das raças de companhia. Não é que sejam especialmente difíceis, mas requerem, mais do que qualquer outra raça, um dono cuja personalidade bem acentuada se entenda bem com a sua.
Seu porte médio faz com que se adapte muito bem a diversos tipos de espaço, podendo ser muito feliz em uma casa pequena, lhe convém melhor um bom quintal e longos passeios, devido ao seu caráter naturalmente ativo e extrovertido.
Caracteriza-se por um temperamento alerta, mas menos excitável do que os ´terriers clássicos´ e por serem muito resistentes e velozes podem obter excelentes resultados em provas de agility, esporte no qual podem aproveitar completamente toda sua agilidade.
É uma excelente companhia para crianças, agüentando firme o nível de atividade delas, e dificilmente se cansará antes. Já seu convívio com outros cães é bastante complicado e difícil. Normalmente o máximo que esses cães suportam é a presença de cães do sexo oposto.
No ranking elaborado pelo pesquisador Stanley Coren, no livro ‘A inteligência dos cães’, o Kerry ocupa a 35ª posição entre as raças pesquisadas.

A aparência do Kerry Blue é obtida com a ajuda do corte estético da pelagem, introduzido pelos americanos, canadenses e ingleses, o que deu nova força à raça. Os Irlandeses, que o expuseram pela primeira vez em 1916, não o aparavam, arrumando-o apenas.
Para mantê-lo elegante, é preciso incorporar ao dia-a-dia o hábito da escovação e do trimming periódicos.
A pelagem, que nos filhotes é completamente preta, vai passando por diversas mudanças até que chegue ao seu aspecto definitivo. Normalmente até os 12 meses, a ondulação da pelagem que era suave, se acentua. Até os 18 meses são permitidos pêlos negros. É nesta fase que passam por um clareamento a partir da base até se tornarem azuis, cor oficial raça, um cinza que vai do escuro ao claro, podendo chegar ao quase branco, às vezes com a cabeça, cauda e patas negras.

Assim como o cão adulto, o filhote tem uma energia impressionante que pode, e deve, ser canalizada pelo proprietário especialmente com jogos que incentivem a obediência do filhote. Por isso mesmo, é altamente recomendável que desde cedo o proprietário inicie um programa de adestramento de obediência com seu Kerry, com o objetivo de tornar a convivência mais fácil para ambas as partes.
A educação do filhote requer, acima de tudo, paciência. Especialmente quando o filhote já tiver aproximadamente 6 meses e estiver trocando seus dentes, deve-se evitar que os móveis sejam seu alvo preferencial. Para isso, convém fornecer brinquedos próprios para esta fase.
Não é recomendado que ele seja deixado muito tempo sozinho em casa, sem a supervisão dos donos, porque caso ele se sinta entediado, certamente vai procurar diversão por conta própria e nem sempre o dono vai concordar com os brinquedos que ele encontrou.


O Kerry Terrier é uma raça extremamente rústica em termos de saúde e uma vez que estejam vacinados, vermifugados e sendo alimentados adequadamente dificilmente apresentam problemas.
Também não são propensos a nenhuma doença genética particular como outras raças.
Podem apresentar propensão a alergias e problemas de pele.


Raça Papillon!

história do Papillon é bastante nebulosa, especialmente devido à sua antiguidade. A teoria mais aceita é de que a raça tenha nascido da fusão do já extinto Spaniel Anão da Bélgica com algum cão de raízes orientais. Sinais dessas raízes são a ossatura leve, tamanho diminuto e rabo curvado. Sua primeira representação conhecida é do início do século 14, em afrescos de uma igreja de Assisi, na Itália, pintados por Giotto. Freqüentou por cerca de duzentos anos as cortes européias, sempre de orelhas caídas. Lá tornou-se muito estimado e um dos seus símbolos, tanto que foi quase dizimado no século 18 pela Revolução Francesa. As orelhas eretas surgiram no final do século 19, perpetuadas por criadores belgas. O nome oficial da raça pela Federação Cinológica Internacional (FCI) é Spaniel Anão Continental. O Papillon é considerado a variedade de orelhas eretas. Há outra variedade de orelhas caídas chamada Phalene (em francês, mariposa). Já nos EUA, Papillon designa as duas variedades.
A raça ganhou novo impulso na França, Bélgica e Inglaterra a partir da Primeira Guerra. É considerada oficialmente como franco-belga.
Até a década de 40, o cruzamento entre Phalenes poderia gerar um Papillon e vice-versa, mas atualmente o acasalamento entre as variedades não é recomendado, pois pode produzir cães com orelhas semi-eretas, que será um defeito grave para a raça.
Ainda em sua origem, tanto os Papillons quanto os Phalenes eram inteiramente de uma cor, como a preta, a vermelha e a amarela-escura. Hoje, essas cores fazem par com o branco, que deve predominar no corpo do cão. Alguns criadores dão preferência aos exemplares que têm o branco em forma de listra, do focinho à cabeça, sugerindo o corpo da borboleta.

O Papillon foi desenvolvido, essencialmente, para ser um cão de companhia. Por isso, alia um tamanho diminuto, fácil de carregar a um temperamento meigo e tranqüilo com jeito garboso.
Extremamente inteligente - perdendo apenas para o Poodle entre os cães de pequeno porte - o Papillon está em 8º lugar na classificação do pesquisador Stanley Coren, em seu livro ‘A inteligência dos cães’. Devotados aos seus donos, como deve ser um bom cão de companhia, o Papillon não faz o tipo teimoso ou temperamental.
O Papillon possui certa reserva com estranhos e só aceita um carinho destes após perceber que são bem-vindos pelo dono. Chegam mesmo a mantê-los "sob vigilância", não permitindo que toquem nos objetos da casa. No entanto, após o primeiro contato, normalmente o Papillon torna-se muito sociável, mas sem ser pegajoso ou inconveniente.
Com outros cães e animais, o Papillon pode conviver praticamente sem restrições. Mas deve-se tomar cuidado com o convívio dele com cães de raças grandes, já que por ser muito pequeno, o Papillon pode se machucar com os movimentos bruscos dos grandões.
Este pequeno cão também se sai bem em agility, esporte em que passa por obstáculos sob comando do dono. Herdou não só agilidade dos Spaniels, como o instinto caçador. Além de excelente faro, mais uma herança dos Spaniels, possui um ouvido aguçado que o torna um bom cão de alarme.
Com crianças, todo cuidado é pouco, uma vez que sendo um cão muito delicado e frágil, pode se machucar facilmente em uma brincadeira mais estabanada.

O filhote é frágil a quedas e trancos. Há criadores que receiam vendê-lo a famílias com crianças de até seis anos, já que estas nem sempre sabem medir a força das brincadeiras. Comum às raças pequenas, a garganta do filhote é bem estreita. Portanto, vale a advertência em relação a ossos de couro. Como o material fica macio e fino ao ser mastigado, há chances de engasgamento.
Os filhotes, quando nascem, possuem uma espécie de penugem que persiste até a quarta ou quinta semana de vida. Com dois meses, a pelagem já cresceu razoavelmente.
As orelhas costumam levantar entre os dois e seis meses. O ideal é que, puxadas para frente, não ultrapassem o ponto de encontro entre nariz e testa, caso contrário terão maior dificuldade em levantar.

A pelagem do Papillon não requer grandes cuidados e é fácil de ser tratada. Como o cão não tem subpêlo, responsável em outras raças pelos nós mais difíceis de desfazer e não sendo muito longa no corpo, bastam escovação semanal e banho quando estiver sujo. Outra vantagem é que não passa por períodos de troca intensiva de pêlos.
A pelagem do Papillon só atinge seu comprimento máximo por volta dos 18 meses.

O Papilon apresenta alguma tendência especial a desenvolver problemas genéticos que, nos Estados Unidos, são bastante controlados e acompanhados pelo Clube nacional da raça. A raça é sensível a anestésicos. O motivo, segundo informam os dois veterinários norte-americanos entrevistados, é a ossatura porosa do Papillon que absorve intensamente o produto e causa facilmente sobredosagem. Se for preciso submetê-lo a uma cirurgia, é essencial usar um anestésico de reversão rápida
  • Luxação da patela (rótula, osso móvel do joelho) - mal congênito mais freqüente. Os cães que sofrem deste problema deslocam facilmente a rótula. Causa dor, inflamação local e dificuldade de movimentação. Pode-se corrigir com cirurgia.
  • Outro mal que ocorre na raça, mais raramente, é chamado em inglês de liver shunts. O cão não se desenvolve bem e fica abatido devido a um mau funcionamento do fígado. A cura é cirúrgica.
  • Fontanela aberta (moleira) - que torna os cães mais vulneráveis a pancadas.
  • Atrofia progressiva da retina -  Consiste na perda gradual da visão a partir dos seis ou sete anos e causa cegueira. Só é detectável após o aparecimento, quando o cão demonstra não enxergar bem.
  • A raça é sujeita a alergiaque ocorrem por herança genética. As manifestações alérgicas podem ter diversas causas, desde picadas de insetos a remédios. As conseqüências vão de coceiras a reações violentas, às vezes fatais.

Arara Azul

Arara Azul Grande

Essa bela criatura está em extinção! A  Arara azul está em extinção  porque ela  está sendo perseguida  pelos caçadores que vende elas e, são empalhadas por colecionadores. Agora, me digam. Que idiota faria isso com um dos principais animais do Brasil? É muito melhor vê-la voando, não é? E seu habitat natural está sendo destruído! Segundo estimativas da rede TRAFFIC - organização internacional parceira do WWF que monitora o comércio mundial de animais e plantas silvestres - aproximadamente 800 mil psitacídeos são vendidos ilegalmente por ano no mercado mundial. A estimativa do WWF é a de que o comércio ilícito de animais e plantas chegue a faturar US$ 10 bilhões por ano.

Larissa

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Raça Schnauzer Miniatura!

CARACTERÍSTICAS FÍSICAS
- O Schnauzer miniatura é um cão de raça de origem alemã. Tem sua origem na raça terrier. Esta raça foi obtida através do cruzamento de Schnauzer standar com terriers de pequeno porte.
- Os cães desta raça possuem entre 30 e 36 centímetros de altura. Pesam entre 4 e 7 quilos.
- Os mini Schnauzers possuem focinho forte e cabeça longa. Seus olhos são no formato ovais e de cor escura.
- A pelagem destes cães é bem áspera e dura.
- As cores de pelagens aceitas são: preto, branco, preto e prata (mais raro) e sal e pimenta (mais comum de todas).
COMPORTAMENTO E TEMPERAMENTO:
- Os cães desta raça são obedientes, simpáticos e afetuosos.
- São bem fáceis de serem adestrados. Costumam aprender rapidamente os comandos básicos do adestramento.
- São muito fiéis ao dono. Adoram receber carinho e atenção.
- São sociáveis com seres humanos, gostando de participar das conversas e algumas atividades humanas. Portanto, não gostam de ficar sozinhos.
- Costumam latir muito quando são desprezados, estão sozinhos ou ouvem barulhos.
- Costumam se relacionar bem com cães de outras raças, desde que não entrem em seu território.
- Gostam de crianças com quem costumam estabelecer um bom relacionamento.
- Vivem bem em espaços pequenos (casas sem quintal, apartamentos), desde que fiquem no mesmo local que o dono.
- São corajosos, higiênicos (desde que ensinados) e inteligentes.

OUTRAS INFORMAÇÕES:
- São ótimos para vigiarem casas e locais de trabalho. Também atuam muito bem como cães de companhia.
- São bem ativos, principalmente na infância. Adoram brincar com coisas que se movimentam rapidamente. Gostam de caçar ratos e insetos como, por exemplo, baratas e outros insetos.

Raça Pit Bull!

CARACTERÍSTICAS FÍSICAS
- Os pit bulls são cães extremamente fortes.
- Possuem estruturas óssea e muscular bem desenvolvidas.
- As cores mais comuns para está raça são: preta, branca, marrom claro e marrom escuro.
- O pescoço é grosso e curto.
- Possui mandíbulas desenvolvidas e com muita força na mordida.
- O peso de um pit bull pode variar de 30 a 50 quilos.
- Com relação a altura, podem atingir de 35 a 50 cm.

COMPORTAMENTO E TEMPERAMENTO:
- O pit bull é um cão ágil e com grande impulso muscular.
- Necessitam de um trabalho específico de treinamento e socialização para não se tornarem agressivos. Diante de sua força, a agressividade pode colocar em risco pessoas e outros animais. Devem circular em espaços públicos com focinheira e coleira, conduzidos por pessoas com força física.
- Não é recomendado ter este cão em casa com criança pequena.
- Os pit bulls são inteligentes e quando adestrados corretamente, tornam-se obedientes.
- Possui muita energia e vontade, além de necessidde, de praticar atividades físicas.